segunda-feira, 26 de outubro de 2009


Dia 2 de outubro teve início a MARCHA MUNDIAL PELA PAZ E NÃO VIOLÊNCIA, na Nova Zelândia. A marcha passará por muitos países inclusive o Brasil.

A marcha é uma iniciativa do Mundo sem Guerras uma organização internacional impulsionada pelo Movimento Humanista, que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência.No entanto, a Marcha Mundial será construída por todos. Está aberta à participação de toda pessoa, organização, coletivo, grupo, partido político, empresa, etc., que compartilhe a sensibilidade deste projeto.

Em sua passagem pelas cidades, serão realizados todos os tipos de fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos (esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc.) que irão sendo organizados à medida que surjam iniciativas em cada lugar.

Por Quê acontece a marcha?

Porque um “mundo sem guerras” é uma proposta que abre o futuro e deseja se concretizar em cada canto do planeta, onde o diálogo vá substituindo a violência.Para, da mesma maneira que aconteceu com a ecologia, criar uma consciência global da necessidade de uma verdadeira Paz e de repúdio a todo tipo de violência.

No Brasil

A equipe principal da Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência estará no Brasil a partir de 16 de dezembro de 2009. Passará por Recife, Salvador, Rio de janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.


O DonaMariaa Apoia essa Inciativa!



Informações:

www.marchamundial.org.br

sábado, 10 de outubro de 2009

MC GRA, a voz feminina no Rap.

Poetiza Gra, mora em floripa tem 26 anos, é MC e realiza trabalhos sociais.



Quando pequena decorava musicas com muita facilidade, percebendo isso sua mãe a matriculou em uma escola de musica.

Seu pai, o maior incentivador, era radialista, viva cantarolando pela casa, varias vezes Graziela tinha que ir junto com ele para o trabalho e ela ficava pirando nos microfones e nos vinis...

A mais ou menos 20 anos cantando Poetiza Gra se diz bem eclética, mas as musicas que trazem letras de protesto, de contexto social, Musicas que tragam uma história ou uma lição de vida são as que mais chamam sua atenção. Não importa muito o estilo que é a musica!

Além de cantar ela toca diversos instrumentos. É formada em violão popular, já fez aulas de repercussão e coro, e tocou guitarra em uma banda de Punk Rock.



E porque o rap?



“Me apaixonei pelo Freestyle!! Simplesmente! E com ele veio toda a cultura Hip Hop! Amo improviso e tudo que é feito de improviso!! E vários outros fatores, adoro musicas de protesto desde samba as ladainhas de Capoeira até as Mpbs escritas na época da ditadura que deixou essa escola de metáforas, que pra mim enriquecem muito Às poesias. Amo!!”




Ela cita Nelson Viana e Mpc da Digital Dubs como parceiros que dão muita força no seu trabalho, eles auxiliam na produção das musicas, Gra ajuda na produção de beats, mas ainda não tem conhecimento suficiente dos programas para produzir tudo sozinha e aplicar suas viagens musicais.

Em suas musicas ela escreve situações que passou e dicas que podem servir para não repetir alguns erros. Desse jeito ela guarda as lições da vida.

A respeito da polemica, “ganhar dinheiro” e “se vender”, que existe dentro do rap ela diz que não vai a lugar nenhum por conta do dinheiro, resistência pura. É a favor do rap por sobrevivência, independência e felicidade, não exclusivamente pelo dinheiro.



“Quando o sentido da vida se torna a grana perdi a graça pra mim, perdi a cor e o sabor.”




Qual sensação ao cantar?



“Nossa, a melhor que existe, tipo sexo!! Se tornou o que mais amo fazer, subir no palco e cantar!”



Hobby ou Profissão?



Poetiza Gra ainda não sabe se vai fazer o rap virar seu trabalho, por enquanto seu sustento é com trabalhos sociais, lida com crianças e adolescentes que a aproxima muito da cultura e dos seus princípios.



“Amo cada uma das crianças e adolescentes com quem trabalho, eles são meus brothers e tem um brilho de descoberta que a nada se compara.”





Graziela Cristina Figueiredo Rillo – Poetiza Gra - deixa um recado pras donas marias e amigos que estão por ae...

Muita força e fé pra todos!! Sorriam por que esse pode ser seu último momento, dia ou hora dessa passagem! Tente sempre ver o lado bom das coisas a vida é curta demais para o contrário! E correeeeee dos vampia (vampiros)... não são inofensivos como parecem!!

O abraço mais gostoso e apertado para a minha família e amigos!! Saudades masters...

Bejussss da Mc Poetiza Gra!!

Contato: poetizagra@hotmail.com

http://www.myspace.com/poetizagra

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Semana da arte na UFSC

Aos interessados em arte...




De 5 a 8 de outubro estará acontecendo a semana de arte da Universidade Federal de Santa Catarina(UFSC).
Começou no final de semana, com a pintura de um painel de graffite no CCE ao lado da concha, espaço onde costuma ser realizado festas e shows na universidade. Contaram com a presença dos artistas Lençol, Noia, Rzilla, San, Soka e Gis.

Segunda, terça e quinta serão realizados espetáculos em diversos pontos da universidade, nos halls dos centros CFH, CTC,CSE, CCS e RU.


A partir de quarta-feira será pintado o segundo painel de graffite, próximo a lanchonete Assim Assado, dentro dos campos da UFSC. Os artistas Participantes são Rizo, Vejam, Rico e Fella.

Segunda e quarta também ocorrerá oficinas, mímica na formação de ator, afrocontos e jam session...





Quem quiser conferir...

Mais informações no site:

www.dce.ufsc.br

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Nneka- qualidade sonora.

No post anterior o Dona Maria conheçeu Sandra, uma Africana, que gostamos de dizer, que Faz a diferença... O som que embalou o video é da Cantora Nneka e desse vez é sobre ela que vamos falar um pouco mais...

"Nneka é bela e tem uma belíssima voz. Seu marcante acento e sua rebelde cabeleira, penteada em estilo black power, revelam suas origens africanas, declaradas também em letras e rimas. Rimas essas que versam ainda sobre as mais íntimas aflições da moça, embaladas por reggae, rap, jazz, funk, trip hop, soul.
O hip hop norte-americano é a referência mais marcante no som da cantora. Destacam-se a mistura de jazz, rap, r&b e reggae que marca o som do The Fugees -segundo Nneka, a primeira banda de rap que ouviu- e o jazz rap da extinta dupla Black Star, formada pelos MCs Mos Def e Talib Kweli.
Ainda que recuse a comparação, Nneka tem tudo para ser a nova Lauryn Hill. Como ela, tem personalidade, atitude e tanto suas letras, quanto a sonoridade de suas músicas, passam pelas mesmas influências da diva norte-americana
Foi ouvindo artistas como Fugees, Mos Def e Talib Kweli que Nneka conheceu o hip hop dos EUA, e a mistura de rap, r&b, soul e jazz feita por eles é marcante na sonoridade da cantora nigeriana."

Dados retirados do blog - Rádio Africa. Vale a pena conferir...





Nneka tem 2 albuns lançados- Victim of truth(2005) e No longer at ease(2008)
Segue então o link para Download do primeiro albúm da cantora:

Download

Myspace Nneka

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Beijos e Obrigada pelos comentários e Visitas.

Donamariablog@gmail.com

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Trança Raiz- Estilo Africano.

Natural de Moçambique na África, Sandra está a 10 anos na ilha de Florianópolis.Veio com o propósito de fazer mestrado e doutorado, hoje faz pós doutorado em administração universitária na UFSC.
Aqui os costumes são bem diferentes, mas ela diz que não teve dificuldade de adaptar-se. Um exemplo, na áfrica o homem paga “dote” à família da noiva pelo casamento, chamado de lobolo. Não tem papéis assinados, não tem igreja, apenas à benção dos ancestrais.

“Não foi difícil me adaptar, porque aqui os costumes (regras) são mais lights.”.


ASSISTA O VÍDEO


Existem alguns eventos culturais africanos em Florianópolis principalmente organizados pelas faculdades, mas a divulgação é meio precária. Impossibilitando a participação de pessoas que não tem muito contato com esses acontecimentos.
Sobre as tranças ela conta que aprendeu a fazer com uma moça da Etiópia, quando estudou na Alemanha. Em apenas um dia aprendeu a fazer em si mesma as mais simples, logo foi treinando em parentes e amigos.


(Começando)

Agora com bastante prática, ela cria as tranças na hora, seguindo o ritimo do cabelo. Como se cada pessoa levasse um desenho diferente, quase exclusivo.
Sandra explica que cabelos crespos são mais fáceis para fazer trança raiz, pois não escorrega tanto, diferente de cabelos lisos. Já os curtos a construção das tranças é mais difícil por conta de ter que prender entre as tranças os cabelos que chega ao fim. Porem, sendo trabalhoso ou não, é possível fazer a trança raiz na maioria dos cabelos, mas obviamente os cabelos curtos e finos vão resistir menos tempo com os trançados na cabeça.


(processo)

Durante nossa conversa, Sandra falou muito da África e nos explicou significados que até então nós desconhecíamos. Na casa dela todos tem o sotaque do Português Europeu, e na decoração encontramos muitos vestígios da cultura africana. Em Florianópolis, segundo ela, existem muitos Africanos e o objetivo principal dessas pessoas de virem para cá é estudar. É possível aprender sobre o mundo sem sair da nossa cidade, basta conhecer cada um e ouvir sua história, o Dona Maria saiu da casa de Sandra conhecendo um pouco mais da sua história e aprendendo muito sobre os costumes Africanos.

(resultado final)

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Um beijo às Marias e amigos.

Obrigada pelas visitas e comentários no Blog...

donamariablog@gmail.com

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Estilo de vida!

Camila (CISMA),19 anos. Curitiba – Paraná.


O gosto por desenhos vem desde pequena. Ao ter contato com o movimento hip hop em 2005, rapidamente se interessou pelo graffiti. Sua tag(nome que assina seus trabalhos) foi retirada de uma troca de ordem das letras de seu próprio nome. Veio a formar a palavra que condizia com sua personalidade e visão de mundo, Cisma.
Após anos, Camila, leva o graffiti como influencia no seu trabalho, como lazer e estilo de vida. Já participou de crews(grupo de grafiteiros), mas hj se diz desencanada sobre isso.




“Comecei sem compromisso e acabei que não parei mais”.


Ganhar dinheiro com o graffiti?Graffiti em galerias? Na opinião de Cisma: “Graffit é o que se faz na rua, se mudou de suporte já não é mais. Não tenho nada contra o cara expor aqui ou ali desde que ele seja autêntico no que está fazendo, muita gente esquece da rua, ou entra nesse mundo simplesmente com o objetivo de atingir outras mídias.É legal quando o graffiteiro consegue imprimir seu próprio traço e estilo no trabalho, e continua fazendo o que gosta sem deixar de pintar na rua”.


Pixação?“Acho interessante o desenvolvimento da tipografia específica da pixação, e sobre quem faz, ou faz graffit, só espero uma coisa: tenha consciência. É preciso saber sempre o que se está fazendo e porque se está fazendo”.


Contato:
camila_siciliano@hotmail.com






Sabrina Brum (BINA), Porto Alegre – Rio Grande do Sul



Bina conta que o interesse começou na observação de outros grafiteiros, a paixão pelo graffiti crescia e com o tempo ela acabou botando a sua arte nos muros também. Em meio a 2 anos na precariedade de material devido aos custos, oportunidades foram surgindo e hoje, 8 anos depois, o graffiti é sua profissão.
A admiração da molecada em suas oficinas, o aprendizado que ela tem com eles do mesmo jeito que eles aprendem com ela, essa experiência Sabrina carrega como mais uma motivação para ir alem.
Junto de Jackson, Lucas e Bis, eles formam a Zombando Crew.



“Procuro mostrar para a rua, e a rua se encarrega de mostrar para o mundo”.



Ganhar dinheiro com o graffiti? Bina Diz que: “É bom ser valorizado pelo que faz, a partir do momento que te pagam pelo seu trabalho é sinal que você está fazendo um bom trabalho, gratifica o artista... e sobrevivo disso é meu trabalho, e mais que merecido ganhar através dele. As galerias, acredito que seja uma forma de valorização, embora a maior galeria para mim é a rua, é bárbaro expor lá”.




Pixação?“É inacreditável nunca pixei. É engraçado falar mais a pixação eu acho bárbaro, curto as letras de traço reto, curto a escrita, principalmente se for ato de protesto, porem nunca tive vontade de fazer acho legal somente olhar, dependendo da forma dela, assim como o graffiti também te transmite algo...”.




Contato:







Kátia Suzue de Melo (Suzue), 29 anos. São Paulo – São Paulo.



Assina em seus trabalhos Suzue que é seu nome em Japonês.Desde criança Suzue observava os graffitis nas ruas e isso sempre chamou sua atenção. Segundo ela, em São Paulo, que é a cidade que ela vive, é impossível andar na rua e não ver um trampo, não dá pra crescer sem ter referências da rua.
Pinta a 4 anos, e desde então não parou mais, ela faz do graffiti seu roby, trabalho e estilo de vida . Faz parte da crew Noturnas, são sete meninas: Tikka, Z., Yá, Kel, Miss, Pan e Ela, Suzue.
Suzue morou durante a sua adolescência no Japão, e foi lá que ela deu um pontapé inicial para a carreira artística, trabalhou com desenho de observação e pinturas, voltou ao Brasil e trabalhou em estúdios de Tatuagem. Aqui conheceu pessoas envolvidas com o graffiti e foi aí que a vontade de seguir para lados diferentes apareceu hoje ela é formada e dá aulas de desenho de observação e de roteiro das artes em Guarulhos (SP), além disso, também trabalha com telas, esculturas, produção de objetos e origamis.


“parece que minha vida é em função disso agora, graças ao graffiti conquistei muitas coisas, conheci muitas pessoas e muitos lugares e isso é o mais impressionante na coisa pra mim."



Ganhar dinheiro e expor em galerias? O que a Kátia acha disso?
Acha justo ter o trabalho reconhecido, e sim, ganhar dinheiro é bom ainda mais quando se faz o que se gosta. Ela acha que o graffiti pode ser profissão e passatempo, contanto que se separe, cada um tem um momento.


Pixação? Suzue foi direta, apesar de não ser pixadora ela admira muito essa atitude, segundo ela a pixação dialoga muito mais com a cidade do que o graffiti, São Paulo é capital mundial da pixação e isso trás estudiosos de todo o mundo para conhecer esse movimento.


O graffiti é... “Uma parcela enorme do meu cotidiano, um estilo de vida.”




Contato:
www.fotolog.com/devaneio
www.flickr.com/suzue
fone:(11) 89384883

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O graffiti trouxe pra essas mulheres mais que cores. trouxe amores, amigos, lazer e oportunidades. A rua é e sempre vai ser lugar para marias.

positividade para NÓS, marias!!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O corpo é a base da obra de arte

Na era cristã, clandestinamente, os cristãos se reconheciam por sinais tatuados no corpo como a cruz e o peixe. Na modernidade a tatuagem passou a ser rotulada como marginalização. Quem as possuía podia ser considerado bandido e era descriminado por toda uma sociedade.
Atualmente com a mudança do público que busca tatuagens, como pessoas comuns, artistas, músicos... Ela Passa a ser considerada uma forma de arte, fator de estética, individualidade e irreverência. Hoje as tatuagens são feitas nos mais diversos estilos.

entrevistamos a tatuadora Nick, pra saber como é esse mundo da tatuagem, e mostrar um pouco do seu trabalho.

Aos 32 anos Nicolle (Nick) mora em Florianópolis, tem estúdio de tatuagem e vive disso. A 5 anos como tatuadora, conta que iniciou fazendo maquiagem definitiva, mas em questão de afinidade fez ela optar por tatuagens diversas.
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Na família, apesar de não dar abertura para familiares criticar sua profissão confessa saber que ser tatuadora não é o que eles gostariam que ela fosse. Porem surpreendentemente ela tem o incentivo da matriarca da família, sua avó de 92 anos.
“Tenho uma avó de 92 anos que acha tudo lindo...”.
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Em seu estúdio já passou por algumas situações no mínimo engraçadas, como uma pessoa entrar no estudo a procura do TATUADOR Nick ou então escutar aqueles comentários: “você parece normal, e não uma tatuadora...”.
Nick procura a evolução em seu trabalho, têm planos e expectativas positivas para a profissão escolhida.
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“Tem que ter mão firme e saber onde colocar as cores e as sombras, mas nem todo mundo desenha a mão livre... eu, por exemplo, faço apenas alguns desenhos a mão livre. Mas acredito que tudo se torna mais fácil quando você já sabe desenhar.”.
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gostou do trabalho da Nick? então vai ver de perto:

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Endereço do estúdio: Rua Fernando Machado, 64 – Centro – Florianópolis/SC.
Endereço na web: http://www.nickitattoo.com.br/



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Ainda hoje, mesmo com toda a mudança e liberalismo da sociedade existe muito preconceito com relação a tatuagens. Muitas empresas não aceitam que os funcionários tenham tatuagens, ou que as tatuagens apareçam, afirmando que isso agride a imagem da empresa, entre outras justificativas. Antes de fazer uma tatuagem é preciso pensar muitas vezes, antes de fazer algo que ficará pro resto da vida em nosso corpo, que possa trazer arrependimentos no futuro. Muitas pessoas apaixonadas por tatuagem e preocupadas com essa questão preferem optar por tatuagens menores em pontos que chamados estratégicos, que não aparecem frequentemente. Para as pessoas que vão fazer sua primeira tatuagem é recomendado que comece por lugares mais discretos e tatuagens menores, pra aí sim depois partir pra algo mais “chamativo”. Ninguém é obrigado a viver preocupado com isso, é claro, quando se pensa demais a pessoa acaba deixando de fazer, ou até mesmo, não fazendo o que realmente quer.
É preciso conhecer o tatuador(a), conhecer o trabalho, ver outras pessoas que foram tatuadas por este profissional, saber qual o local que ele executa as tatuagens, saber o tempo de experiência do profissional, isso tudo conta muito, para um resultado satisfatório do cliente. De resto é só alegria, fazer o que se gosta melhora a auto-estima, o desempenho no trabalho e relacionamento social, pena que muitas pessoas ainda não conseguem ver isso, e seguem com o preconceito, mas o importante é não se deixar levar e fazer o que cada um acredita ser certo, sem interferir na vida de ninguém.


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Beijos às Marias e Amigos... Paz e amor...
obrigada pelos comentários e visitas ao Blog.